27 fevereiro 2016

Informação não é comunicação!

leitura para o 1º encontro presencial de 2016

Chamados de meios de 'comunicação social', na real, não são nem comunicação e nem social. 

São, isto sim, meios de informação e tentativa de imposição dos valores de um grupo de pessoas. 

Jornal, revista, rádio, tevê, outdoor, entre outros, são produtos industriais cientificamente elaborados, testados, controlados e estrategicamente disponibilizados nos balcões do grande hiper mercado. São meios de informação de um grupo social interessado em convencer a totalidade das pessoas de que o que ele pensa e sente é o que tod@s devem sentir e pensar.

Texto na íntegra: http://donizetesoares.blogspot.com.br/2016/02/informacao-nao-e-comunicacao.html

mais um ano de Oficina...

Depois do período de férias começa 2016

Tomara consigamos aumentar mais a nossa capacidade de enxergar a beleza dos pequenos detalhes dessa vida que insiste, insiste e insiste...

No quadro abaixo o calendário de atividades do Lab_Arte da FEUSP, do qual continuamos parceiros




14 novembro 2015

Quais são as nossas palavras?!

Esse trecho de Mario Kaplún, em "O comunicador popular", p.77, foi desencadeador de uma boa conversa, a partir das vivências de produção coletiva de comunicação do próprio grupo, bem como os trabalhos de Educomunicação que conhecem.
Quando essa afirmação é entendida começa o bom uso das tecnologias de comunicação e, consequentemente, se inicia um trabalho de educação pelos meios de comunicação.

14 outubro 2015

Convém sempre lembrar: educomunicação une, necessariamente, teoria e prática!

Trecho do Trabalho de Conclusão de Curso/Metodista, baseado no Capítulo 1 do livro 'Educação pelos Meios de Comunicação", de Grácia Lopes Lima, disponível em http://portalgens.com.br/livroeducomunicacao/educacaopelosmeiosdecomunicacao-gracialopeslima-2009.pdf

Para ver o vídeo na íntegra, acesse http://youtu.be/EMfD8rP4cao

10 outubro 2015

Edição - Editor - Editores

A palavra "edição" é muito usada. Mas, será que ela é sinônimo apenas de "publicação" de um produto específico? 

Quem define o que vai ser compartilhado com mais pessoas?

Qual a participação dos que fazem parte da produção coletiva de comunicação, realizada na perspectiva da Educomunicação, na hora de definir o que fica e o que deve ser excluído dos produtos? 


O que acontece com os materiais criados pelos grupos? Editamos? Finalizamos? Há diferenças entre esses dois termos? 

Quais critérios utilizamos para esse momento importante do processo?  

O que acontece quando os produtos não são exatamente o que esperam os patrocinadores de projetos? 

Essas e outras questões foram os pontos de reflexão desse encontro, que muito nos lembraram as palavras de uma participante de um dos cursos de Educomunicação que já realizamos: "Eu me sinto mal quando tenho que mexer no que um grupo criou..."

28 setembro 2015

Educomunicação na sala de aula

Vim dividir com vocês, que estou começando a implantar educomunicação na sala de aula onde trabalho. Porém, sei que tenho muito a aprender, rs.
Trabalho em uma escola particular aqui em São Vicente, faço parte do ensino bilingue. Fico todas as manhãs com os alunos. São cerca de 22 alunos.
Quando comecei a trabalhar lá, no início do ano, logo olhei uma árvore imensa que fica dentro da escola, e me peguei pensando que aquela árvore conta a história daquele lugar. A escola tem cerca de 22 anos.
Dividi isso com a minha coordenadora pedagógica, e dei a ideia de entrevistarmos a dona da Escola, pois ela morou ali e viu a casa se transformar em escola. A coordenadora sempre preocupada no formato e me lembrando que tudo precisa estar muito amarrado , as idéias, para fazer sentido e eles curtirem.
Preparamos, então, esta atividade.
Começamos pensando nas perguntas que gostaríamos de fazer para ela - dividi a sala em duplas e cada dupla escreveu as perguntas que gostaria de fazer (guardei todos os papéis com as perguntas, pois ficaram muito interessantes, tanto do ponto de vista da língua, como da curiosidade deles).
Após isto, a pedido da coordenadora, separei as 10 perguntas que mais apareceram.
Enviei-as para a dona da Escola, que marcou data e hora para a nossa entrevista coletiva (será na semana que vem). Na aula seguinte, pedi para eles desenharem ou escreverem o que pensam que é uma entrevista coletiva, para compararmos com o que realmente foi, após este evento. Os meninos, em sua maioria, pensaram na entrevista coletiva de futebol e fizeram desenhos muito parecidos com este tipo de entrevista. Achei interessante, rs. Já as meninas, criaram mais. Saíram desenhos muito bacanas, rs.
Hoje assistimos a uma entrevista coletiva de uma banda de rock, foi bem legal.
Estou curiosa para saber como será a entrevista na semana que vem, rs.
Só dividindo com vocês.
Grácia Lopes Lima, como prometido, voltei pra contar o andamento das coisas rs
Carol Robortella Valente
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Comentários retirados do grupo que mantemos no face:

Grácia Lopes Lima: Agora, sim, Carol...Que legal! Emoticon wink
Não tem outro jeito melhor que esse: sair da queixa e por a mão na massa, experimentando jeitos próprios de fazer o que se quer...
Se a produção for mesmo coletiva, com certeza, depois de ouvirem, todos vão gostar, porque a gravação vai ficar com a cara de quem criou...Só não esqueça que pra ser comunicação de verdade, é preciso que a gravação chegue aos ouvidos de mais gente, como o dos familiares e os nossos, por exemplo.
Carol Robortella Valente: Esqueci de dizer que eles são alunos do terceiro ao quinto ano, ficam todos misturados na sala. Tem sido bem legal!
E pretendemos sim mostrar para outras pessoas, talvez vire um informativo da Escola.
Foi difícil o início porque o curso mudou muito do ano passado para cá, pois dobrou a quantidade de alunos, e a escola ficou meio perdida. Mas parecem estar encontrando um caminho. Está mais fácil de falar sobre as idéias que temos, pois as pessoas estão mais receptivas.
Tem sido uma experiência muito legal! Espero fazer muitas outras coisas pra aprender mais. E farei.
Grácia Lopes Lima: Sugiro subir os programas na radioteca (tudo em espanhol, pra fazer contraponto ao inglês... (haha): http://radioteca.net

Carol Robortella Valente: Aqui o resultado em videohttps://youtu.be/YAqg0r3S-6Q Grácia Lopes Lima: Terminada a vivência, o indicado é começar as considerações com quem esteve envolvido do começo ao fim na proposta. O que você diz do vídeo (o produto)? E do processo?

Pode ser muito rico assistir ao vídeo e, depois disso, tecerem considerações sobre o processo e o produto, algo bem diferente de avaliar, falar de pontos positivos e negativos...
É bom começar pelo que deu certo, ou seja, pelo que conseguiram f
azer considerando o que combinaram; só na sequência, partem para pensar sobre o que fariam diferente, caso fossem fazer o vídeo novamente (o que mudariam, por quê?, como fariam? - são perguntas desse momento).
Esse tipo de conversa pode contribuir para que, a partir da tarefa (fazer um vídeo), entendam mais sobre as relações deles como o grupo, com a professora, entre outros.


Emoticon wink

26 setembro 2015

Já temos VINHETA!

Nosso encontro do dia 26 de setembro/2015, foi sobre AUDACITY - um programa que permite editar, gravar, importar e exportar as gravações de áudio. Com ele é possível também gravar músicas e sons ao vivo ou converter diretamente material em fitas e CDs.
Com o audacity permite fazer cortes, mixes, mudar a velocidade da gravação, alterar os tons, e se mostra um dos melhores editores de áudio do mercado. 
Com esse software é possível salvar em MP3, WAV,  entre outros.
Gratuito, o audacity pode ser baixado neste endereço: 
http://www.audacityteam.org/download/
Agora, veja como ficou a edição da vinheta criada para os programas deste ano
- MOVIMENTO 2_PASSAGEM

13 setembro 2015

Programa ao vivo - 12 de setembro/2015


O programa transmitido ao vivo pelo youtube, com link na página do Projeto Cala-boca já morreu, teve como convidada a Fabiana Rubira, do Lab_Arte, da Faculdade de Educação da USP.

Como a conversa durou uma hora, tivemos que subir o áudio em duas partes. Ao final da primeira, ouvimos Vinícius Medrado, um dos criadores do Lab_Arte, interpretando "História de um rio": http://radioteca.net/audio/programa-ao-vivo-20151.

Pra terminar o programa, regado a pão de mandioquinha da Fer Lima, brindamos os ouvintes com Fabiana Rubira nos contando mais uma bela história...Vale a pena ouvir: http://radioteca.net/audio/programa-ao-vivo-20152.

Participantes: Darlene Marina, Fernanda Lima, Luciana Freire, Mariana Manfredi, Jefferson Santana e Grácia Lopes Lima.

29 agosto 2015

Notícia boa chegando de São Vicente/SP...

Vim dividir com vocês, que estou começando a implantar educomunicação na sala de aula onde trabalho. Porém, sei que tenho muito a aprender, rs.


Trabalho em uma escola particular aqui em São Vicente, faço parte do ensino bilingue. Fico todas as manhãs com os alunos. São cerca de 22 alunos.

Quando comecei a trabalhar lá, no início do ano, logo olhei uma árvore imensa que fica dentro da escola, e me peguei pensando que aquela árvore conta a história daquele lugar. A escola tem cerca de 22 anos.



Dividi isso com a minha coordenadora pedagógica, e dei a ideia de entrevistarmos a dona da Escola, pois ela morou ali e viu a casa se transformar em escola. A coordenadora sempre preocupada no formato e me lembrando que tudo precisa estar muito amarrado , as idéias, para fazer sentido e eles curtirem.


Preparamos, então, esta atividade.


Começamos pensando nas perguntas que gostaríamos de fazer para ela - dividi a sala em duplas e cada dupla escreveu as perguntas que gostaria de fazer (guardei todos os papéis com as perguntas, pois ficaram muito interessantes, tanto do ponto de vista da língua, como da curiosidade deles).


Após isto, a pedido da coordenadora, separei as 10 perguntas que mais apareceram.


Enviei-as para a dona da Escola, que marcou data e hora para a nossa entrevista coletiva (será na semana que vem). Na aula seguinte, pedi para eles desenharem ou escreverem o que pensam que é uma entrevista coletiva, para compararmos com o que realmente foi, após este evento. 


Os meninos, em sua maioria, pensaram na entrevista coletiva de futebol e fizeram desenhos muito parecidos com este tipo de entrevista. Achei interessante, rs. Já as meninas, criaram mais. Saíram desenhos muito bacanas, rs.


Hoje assistimos a uma entrevista coletiva de uma banda de rock, foi bem legal.


Estou curiosa para saber como será a entrevista na semana que vem, rs.


Só dividindo com vocês.


Grácia Lopes Lima, como prometido, voltei pra contar o andamento das coisas rs


PS: Esqueci de dizer que eles são alunos do terceiro ao quinto ano, ficam todos misturados na sala. Tem sido bem legal! 

26 agosto 2015

09 agosto 2015

Programação 2º SEMESTRE/2015


Agosto
08 – 2º sábado do mês
- Apresentações
- Considerações sobre a programação do 2º semestre
22 – 4º sábado do mês
- considerações sobre o momento de chegada no grupo
- Produção coletiva de rádio: tema livre, gênero ficção
- Escuta da gravação
- Considerações sobre o dia, o processo e o produto

Setembro
12 – 2º sábado do mês
- Entrevista, na perspectiva da Educomunicação
- Produção coletiva de rádio, ao vivo: entrevista com Marcos Ferreira Santos e coordenadores dos Núcleos do Lab_Arte
- Considerações sobre o dia, o processo e o produto
26 – 4º sábado do mês
- Atividade externa: escuta direta de crianças e adolescentes no   "Projeto Jaê - criando a Sâo Paulo que a gente quer"
- Observação e escuta
- Coleta de depoimento (11:30 horas)
- Considerações sobre o dia, o processo e o produto (12:30 horas)

Outubro
03 – 1º sábado do mês (encontro antecipado, em função do feriado prolongado do dia 12)
- Considerações sobre o último encontro
- Criação de vinheta
- Considerações sobre o dia, o processo e o produto
24 – 4º sábado do mês
- Edição, finalização (breve exposição)
- Audacity: exercícios de edição e finalização
- Considerações sobre o dia, o processo e o produto
* Apresentação da proposta do próximo encontro

Novembro
14 – 2º sábado do mês
- Produção coletiva de rádio, ao vivo, sobre um tema de interesse do grupo
- Considerações sobre o dia, o processo e o produto
28 – Encerramento / Avaliação do semestre

** 2ºs e 4ºs sábados do mês – 10:30 às 13 horas
Rua Henrique Schaumann, 125 - Pinheiros
Contato: gracia@cala-bocajamorreu.org /gracia@usp.br

23 maio 2015

23 de maio: mais um dia de encontro


Depois de recordar e tecer comentários sobre a gravação que fizemos sobre Direito à comunicação para a TV PUC e a primeira experiência de coleta de depoimento para o Projeto Jaê, o grupo voltou-se, novamente, para a criação de vinheta do seu programa de rádio deste ano.

09 maio 2015

Em Educomunicação o processo é sempre muito mais importe que o produto!

Sábado, 9 de maio/2015

Vinho, sabor...Assim definimos o que é vinheta - a marca sonora que anuncia o tom, a cor, o  recheio (a parte mais gostosa) de um programa de rádio.

Como tratamos sempre de produção coletiva, a vivência de uma criação desse tipo provoca em cada um a busca de uma composição própria, autoral...

Do exercício resulta sempre uma busca constante de sentido sobre "o que estou fazendo aqui, o que tenho a dizer a partir do que estou sentindo e pensando?"

04 maio 2015

Programa de rádio do dia 25 de abril

Desta vez, o tema escolhido foi sentidos para a palavra ponte.
O poema criado pelo grupo você ouve aqui

"Mão na massa" ou desdobramentos da Oficina

Olá pessoal!

Hoje, dia 25 de abril, a nossa manhã foi recheada de partilha de ações e ideias.

Muitos são os desdobramentos decorrentes dos momentos de produção coletiva de comunicação e de estudo sobre educomunicação.
Eu começei a formação de grupos quando ainda estava na faculdade, um grupo de crianças de Guaianases, irmãos de uma amiga, chamado "TM1 - Todos menos um, porque ainda falta você!"

Depois iniciamos, eu e Gabriela, o "Projeto de Comunicação Alternativa", na Biblioteca Cora Coralina com um grupo de adolescentes que a Gabi já tinha iniciado em sua casa e demais interessados.
Anos após começou o "Projeto Rua de Fazer", com produção de comunicação coletiva em rua de lazer do bairro do Lajeado, financiado pelo VAI - Progama de Valorização das Iniciativas Culturais - Prefeitura São Paulo.

E atualmente faço produção de comunicação com crianças e adolesceo mútuo"cimentntes no CCA em que trabalho, também em Guaianases.

Todo esse processo prático e teórico é registrado no blog "Conhecimento mútuo".

Forte abraço

Sheyla Mello

25 abril 2015

Gravação 4/2015

Fernanda, Luciana, Karla e Gabriela apresentam o significado da palavra crise através de um poema criado pelo grupo.

11 abril 2015

Programa 3/2015

Produção coletiva de Darlene, Fernanda e Marina, no dia 11 de abril/2015, sobre o tema crise.
Convidadas Grácia, Mariana e Milena.

28 março 2015

14 março 2015

Mais um ano bom começando...



[Dia 14 de março/2015]

Prof Marcos Ferreira Santos, do Lab_Arte, conhecendo bem de perto o que fazemos, desde 1996, diz, em Educomunicação e bandos de passarinhos (página 5):

- a “con-vivência” em pequenos grupos explicita a necessidade das relações mais fraternas e abertas, susceptíveis de serem discutidas a todo momento, lastreada por laços afetuais e de amizade que se perderiam num contexto muito mais numeroso, estruturadas pelo diálogo contínuo tanto na gestação das ideias, como na produção coletiva, como na análise dos processos e dos resultados.


- “Não se trata de uma questão técnica e midiática; antes é uma questão política”. Precisamente em função deste compromisso, esta forma de educomunicação não se pode reproduzir em escalas maiores, massificando seus procedimentos e transformando sua riqueza processual em dados estatísticos, como querem os burocráticos dirigentes de macrossistemas, em geral, cedendo às determinações do Banco Mundial em suas concepções econômicas de educação.
- ...esse tatear experimental é condição insuperável para humanizar as práticas. Assim como condição básica para reconduzir o “erro” à sua dimensão de momento epistemológico (como diria nosso outro mestre, Paulo Freire), e fazer, como Mário Kaplun, a aposta utópica na construção de uma América Latina outra centrada na formação das pessoas através dos meios de comunicação.
- Educomunicação: área de conhecimento e de ação social que conjuga o potencial comunicativo das práticas educativas com a dimensão educativa que a comunicação possui, resultando em intervenções coletivas pautadas pela leitura e produção de comunicação de maneira crítica, reflexiva e, ao mesmo tempo, solidária, se constituindo, portanto, num campo de entrecruzamento de saberes e de ações visando a transformação social a partir daquilo que é possível: as pessoas à nossa volta
-  ...a sua grande contribuição é nos ajudar a pensar a educação pelos meios de comunicação numa perspectiva coletiva, não através da postulação hipotética de algum modelo racionalizado, mas como decorrência deste “tatear experimental”. Ou seja, da vivência e da convivência que emanam da trajetória do projeto, pois acreditamos que somente a experiência é que matricia o conhecimento significativo e nos abre à importante dimensão do Outro, no mundo concreto em que estamos todos situados.


* * * * * *  aqui está a gravação do programa de rádio do grupo, realizada no dia 14 de março, sobre o tema CONVIVÊNCIA.