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28 março 2015
Programa 2/2015
Produção coletiva de Gabi Luísa, Gabi, Marina, Paulo, Karla e Larissa.
Postado por
Grácia Lopes Lima
às
22:17
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educomunicação e formação de professores,
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PROJETO CALA-BOCA JÁ MORREU
18 abril 2014
Voltando no tempo para saber mais
Trecho do Trabalho de Conclusão de Curso 'Indivíduo coletivo",
baseado no cap 1 de Educação pelos Meios de Comunicação, de Grácia Lopes Lima
Kaplún, argentino de origem, criador do termo educomunicação, foi contemporâneo do filósofo brasileiro, Paulo Freire que, tanto quanto ele, assumiu explicitamente o compromisso de contribuir para a construção de uma América Latina que deveria se recusar à “domesticação
ou invasão cultural”.
Por esse motivo, não
poderia ficar alheio aos efeitos da comunicação sobre a vida dos
latino-americanos e a respeito desse tema se posicionou.
Para ele a comunicação era entendida como um fenômeno social de estreita relação com a cultura, sinônimo de ação humana sobre as coisas da natureza.
Para ele a comunicação era entendida como um fenômeno social de estreita relação com a cultura, sinônimo de ação humana sobre as coisas da natureza.
Tanto quanto Freire, Kaplún sabia que a comunicação, desde a sua origem, se constituiu pela estreita ligação com a noção de “integração da sociedade” (MATELLART, 1999), do ponto de vista econômico; que se relacionou inicialmente com a expansão das “redes materiais”, dentre as quais as ferroviárias – consideradas as grandes propulsoras do progresso, estendendo-se com o tempo às “redes espirituais”, ligadas às finança, e por fim, à “gestão de multidões”, ou seja, à necessidade de controle social das “massas” concentradas nas emergentes áreas urbanas.
Tinha conhecimento de que, da metade do século XIX até a segunda guerra mundial, solidificou-se uma lógica de que o progresso só poderia atingir a periferia por meio da irradiação pelos valores de um centro (MATELLART, 1999:19), e que essa teoria difusionista ou desenvolvimentista, propagada pelos Estados Unidos, era a mesma que se instalou nos países do cone sul, calcada na idéia de que as tecnologias serviam para a resolução de desequilíbrios sociais.
Buscando contribuir para
a conscientização dos povos latino-americanos, Kaplún denunciou as características da Comunicação Social ou
“indústria da comunicação”, como propõe Bordenave (1982), sob
influência de uma teoria funcionalista, mecanicista, formulada na
década de 1940 pelos estadunidenses Lasswell e Shannon (COHN, 1978),
num momento crucial em que os Estados Unidos buscava de todas as
formas a manutenção e fortalecimento do sistema capitalista.
Colocou em prática cursos de “Leitura Crítica”
(BORTOLIERO,1996), junto às camadas pobres da população de países
como Peru, Uruguai, Venezuela e Argentina, como meio de
esclarecer-lhes que os empresários da comunicação (detentores dos
meios de transmissão e controladores dos conteúdos das mensagens),
seguem uma fórmula semelhante à lógica matemática
para atingir uma única grande meta: motivar a compra de produtos e
serviços, de uma maneira rápida e massiva.
Mario
Kaplún não tardaria muito, contudo, à conclusão de que o tom
denuncista dessa proposta não mudaria os hábitos de consumo dos
meios por parte da população pobre. Em vez de alertar sobre os
efeitos nocivos dessa comunicação, passou, então, a desenvolver
com os pequenos agricultores, organizados em sindicatos e
cooperativas, uma prática de uso dos meios de comunicação com
finalidade educativa, deslocando-os do papel de receptores para o de
também produtores de comunicação.
Mais
uma vez é preciso ressaltar que o novo encaminhamento da sua
proposta resultou da revisão crítica de seus pressupostos e
reafirmou as convicções ideológicas de seu proponente. O Cassete
Fórum se configurou, assim, como um método, ou seja, um meio de
intervir numa realidade específica, buscando intencionalmente
transformá-la. Retomando Diaz Bordenave (1982:
19), para quem “la democratización de la comunicación debe
comenzar (y terminar) en el dialogo participativo del pequeño
lugar”, o próprio Kaplún declarou que
es para organizaciones de esta naturaleza para las que ha sido concebido y diseñado el Cassete-Foro. Para ponerlo a su servicio como instrumento, como arma de organización.”
(KAPLÚN, 1984: 11)
A dimensão educativa de sua ação logo se anuncia na própria definição do Método Cassete-Fórum:
El Cassete-Foro es un sistema de comunicación para la promoción comunitaria y la educación de adulto, puesto al servicio de organizaciones populares – rurales y urbanas – centrales cooperativas, centros de educación popular etc.”
Palavras
como “participação”, “integração”, “mobilização”
deixam claro que seu trabalho se propõe a
ser
Un instrumento útil (...) para dinamizar a las organizaciones populares y ayudarlas en su expansión y su fortalecimiento para desarrollar la capacidad organizativa de las bases y sus procesos de autoeducación política.”
(KAPLUN, 1984: 13)
Ou
seja, “(...) introducir elementos de reflexión, de conciencia
crítica, de estímulo a la libertad y a la solidaridad” (KAPLÚN,
1984:45), na formação de homens e mulheres das camadas populares,
consumidores de uma comunicação massiva que tenta mantê-los
apáticos ou “completamente analfabetos” (Freire, 2000: 110)
diante dos problemas que vivem, para que se assumam como sujeitos e,
uma vez organizados, mudem a história.
Em suma, esse pensador opôs-se à miséria instaurada na
América Latina, onde os governos, centralizados nas mãos de uma
elite opressora e violenta, controlavam os recursos econômicos em
favor de si mesmos. Daí a razão pela qual, com veemência,
denunciou a invasão cultural especialmente importada dos Estados
Unidos, tão ardilosamente difundida pelos meios massivos de
comunicação, que serviam de apoio às ideias antidemocráticas das
elites do poder.
Vislumbrava na Educação e na Comunicação,
respectivamente, a possibilidade de promoverem nas massas a
consciência crítica necessária para uma mudança na estrutura do
Estado.
*
Postado por
Grácia Lopes Lima
às
22:43
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04 abril 2011
Um dia especial
Vou relatar um pouco qual foi o significado do dia 26/03/2011 para mim: foi um dia muito gratificante, porque eu, mais uma vez, me senti importante por poder contribuir com uma pequena parte para que a cobertura do V Seminário acontecesse.
Estávamos "em uma ótima": na equipe um respeitava o outro e isto é muito importante quando se trabalha de modo coletivo. Nós nos organizamos para o evento, conversamos bastante como seria a cobertura. Por tudo isso, deu muito certo o nosso trabalho.
Estávamos "em uma ótima": na equipe um respeitava o outro e isto é muito importante quando se trabalha de modo coletivo. Nós nos organizamos para o evento, conversamos bastante como seria a cobertura. Por tudo isso, deu muito certo o nosso trabalho.
A cada encontro do grupo de estudo aumenta a satisfação por saber que criança é capaz de fazer sua própria produção. Isto me emociona muito.
Por muito tempo, eu tinha em minha mente que criança não tinha capacidade de criar e sim copiar, mas hoje posso ver e acreditar que os pequenos são muito capazes, sim. Eles eles mesmos podem fazer suas próprias criações e sentirem valorizados como artistas que são.
Por muito tempo, eu tinha em minha mente que criança não tinha capacidade de criar e sim copiar, mas hoje posso ver e acreditar que os pequenos são muito capazes, sim. Eles eles mesmos podem fazer suas próprias criações e sentirem valorizados como artistas que são.
Nas aulas que tive com o professor Donizete na matéria de filosofia, algo que ele falava me deixou com os olhos mais abertos em relação à arte. Ele dizia que o artista não busca fama, mas sim o prazer de fazer o que gosta; que o verdadeiro artista não está nos programas de televisão, mas sim nos porões fazendo o que gosta, sem querer mostrar para ninguém, em busca de fama.
Isso que o Donizete nos falou em aula, me fez pensar nos garotos das pequenas vilas que estão nas escolas e se sentem totalmente menosprezados pela professora que, na maioria das vezes, não reconhece que aquele garoto tem um talento escondido no seu íntimo e que, para que este talento seja liberado, é necessário que ela lhe dê chance de fazer as coisas que ele gosta e que façam ele se sentir valorizado por estar fazendo tal coisa.
Penso que Educomunicação - essa nós defendemos - pode ser um espaço para que a crianças se envolvam com tecnologias, produções coletivas de vídeos, fotonovela, programas de rádio, enfim tudo que permitam suas vozes irem para o mundo, para que elas construam o seu saber, não tendo medo de dar sua opinião, estando abertas para fazer e refazer suas produções.
Bom, essa é a Educomunicação que eu acredito.
Postado por
Adriana Lima Pereira Cruz
às
22:40
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Um passo, outro passo...
Envolvimento e vontade no que se faz. Comenius há muito tempo atrás dizia que para que a Educação funcione, uma das faculdades necessárias é a vontade, tanto do educador como do educando. Seria como dançar valsa: se um não quiser não acontece.
E vontade não faltou no dia do Seminário: vontade de quem já terminou os estudos, de quem se contagiou pela esposa-estudante de pedagogia e também passou a estudar, e de quem faz isso há anos por crer na possibilidade de uma sociedade realmente diferente.
E vontade não faltou no dia do Seminário: vontade de quem já terminou os estudos, de quem se contagiou pela esposa-estudante de pedagogia e também passou a estudar, e de quem faz isso há anos por crer na possibilidade de uma sociedade realmente diferente.
Vimos que o coletivismo é real, que podemos trabalhar em equipe, não por dinheiro ou interesses banais, mas porque queremos vivenciar tudo isso, porque acreditamos nos seres "indivisíveis", que se fortalecem mutuamente. Porque sentimos a necessidade, a dor do outro, como se fosse nossa própria dor.
Sheyla Melo
Postado por
Conhecimento Mútuo
às
20:04
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31 março 2011
Cobertura do V Seminário Sumaré aos olhos de uma jornalista
Bem, a maioria das pessoas do grupo já conhecem a minha historia com o jornalismo, mas creio que algumas pessoas que estão lendo este blog não estão, portanto explicarei novamente aqui, para contextualizar, e depois falarei diretamente sobre a cobertura do Seminário.
Contando um pouco da minha história
Minha historia com o jornalismo começou em 2002 quando entrei na faculdade em Santos, SP. Quando entrei neste curso, meu maior objetivo era usar o "poder" dos meios de comunicação para mostrar às pessoas que o mundo pode ser melhor do que se pensa por aí. Desde o início era este o meu objetivo.
Mas admito, não sei se por imaturidade ou porque realmente não era algo explícito, fui percebendo que não seria tão fácil quanto eu imaginava. Comecei a perceber mesmo durante a faculdade e através dos professores que não seria assim tão fácil mudar as coisas. Na verdade eu cheguei à conclusão, naquela época, de que as coisas não poderiam mesmo ser mudadas, e fiquei bem mal. Me formei e decidi que não queria trabalhar em um lugar onde eu fosse manipulada daquela forma.
Já ouviram falar da manipulação pelos meios de comunicação? Este vídeo, dividido em duas partes, explica de uma forma muito legal o que acontece com as comunicações em nosso país e porque existe a manipulação da mídia:
Espero que tenham visto os vídeos, assim fica mais fácil de seguir em frente para contar a minha historia. Para ser sincera, eu tenho um pouco de dificuldade para ser coerente em meus textos, porque sinto como se estivesse conversando normalmente com meu leitor, e uma conversa informal não requer tanta coerencia quanto um texto, pois ao conversar pessoalmente nós vemos as expressões da pessoa e isso facilita muito ao explicar algo (risos), mas é pra isso mesmo que estou aqui, para aprender e principalmente REaprender. E desta vez com uma nova perspectiva.
(Detalhe que, por exemplo, eu nunca poderia fazer um comentário como este acima em um site da "imprensa normal", onde já se viu, dizer que uma jornalista é incoerente?? é RUA na mesma hora. Sem brincadeiras, infelizmente.)
Durante a faculdade eu passei por alguns estágios, e neles vi que acontece exatamente como o vídeo explica... você só pode falar daquilo que o seu chefe quiser, e o seu chefe também está seguindo ordens de alguém acima dele... enfim... todo mundo segue as regras de uma pessoa "lá em cima" que tem seus interesses apenas para o lado do "dindin"... grana, bufunfa... sim, infelizmente é isso, capitalismo mandando ver.
E aí eu sempre me perguntei... onde fica o que o POVO pensa? Cade o espaço para as pessoas que estão do outro lado da tela dizerem o que elas pensam disso tudo? Em algum momento esta imprensa se preocupa em mostrar?
NÃO. Posso dizer por ter vivido isso na pele. O que as pessoas pensam NÃO INTERESSA para a mídia tradicional, porque uma vez que você dá voz às pessoas, você não pode mais manipula-las. Pois sei também por ter vivido na pele, que quando alguém entende que tem o poder "da palavra" nas mãos, ela faz o que ela quiser e se torna uma pessoa autêntica, autônoma e sabe muito bem o que quer. E isso não interessa para as grandes empresas que querem vender seus produtos.
Bem, e o que a EDUCOMUNICAÇÃO tem a ver com tudo isso? Só tudo. (risos)
Nesta perspectiva que estamos estudando em nosso grupo, a Educomunicação vem justamente para das voz às pessoas. Ao povo. Vem para dar o direito de as crianças, jovens e adultos se expressarem.
Ao meu ver (não posso falar muito pra não falar besteira, pois não sou pedagoga e estou no meio de gente muito sabida sobre isso! hahhaha), é principalmente na infancia que o caráter de um ser humano é formado, o que ele aprende de pequenininho vai acompanha-lo para sempre. Imagina se ele aprende que desde pequeno ele é DONO DA PALAVRA dele, que ele pode sim falar o que ele pensa sobre o mundo, coisas que ele gosta e não gosta, enfim... imagina o adulto que aparecerá? Alguém que sabe o que quer, ou pelo menos sabe que tem o direito de saber o que quer e deve lutar por isso. E isso, na minha opinião, é muito forte. É tudo.
Foi por isso que apareci de "Pára-Quedas" neste grupo e hoje estou tão apaixonada. Sim, a palavra é essa, apaixonada. Gosto das discussões que fazemos sobre o direito de as pessoas se comunicarem, e principalmente olhando para as crianças, como fazer com que um "gurizinho" desde pequeno diga o que quer da forma como ele quer. É fantástico. Eu definiria, mesmo, como "libertador". Para mim a educomunicação vem na forma de liberdade, e antes ainda de liberdade para as outras pessoas, a MINHA liberdade de poder trabalhar com o que eu acredito e usar os anos que estudei na faculdade, que eu achava que jogaria no lixo. Vejo que tenho sim muita importancia nisso tudo, e esse é o primeiro passo para poder mudar as coisas. Primeiro mudar a mim.
Sobre o Seminário
Bem, agora seremos um pouco mais objetivos, certo? Senão não paro de escrever mais! (risos)
Como minha vivência e referência é o tempo em que trabalhei como jornalista, não consegui não fazer a comparação desta cobertura com as que eu fazia anteriormente.
O que mais me chamou a atenção foi a tranquilidade de todas as pessoas envolvidas ali. Digo isso porque em jornalismo nós temos um termo que se chama "Dead Line", que é o tempo de fechamento de uma edição de revista, jornal, matéria televisiva, o que for. Este termo sempre acompanha os profissionais de comunicação. Como temos sempre um tempo de fechamento das coisas bem justo, automaticamente aparece o stress. E o problema não é somente o stress, e sim o que a gente deixa de perceber porque estamos estressados.
Bom, pelo menos eu, quando estou com um tempo certo e muita pressão para fechar algo rápido, fico tensa e não percebo os momentos legais que de fato aconteceram naquele evento. Não consigo pegar a essencia do momento e o que aquilo me transforma para o bem. E se eu não consigo me envolver desta forma, de que vale fazer uma cobertura jornalística, para mim? Os outros saberão muito bem de tudo o que ocorreu, mas eu, a pessoa que estava de corpo presente, na verdade não estava presente de espírito, e isso é muito triste.
Outra coisa que me chamou a atenção foi que nós cobrimos todos os tipos de mídia em tão pouco tempo e com tão pouca gente! Estávamos em 10 pessoas e trabalhamos bastante! Mais de 70 tweets, atualizações no Facebook, muitas fotos postadas no blog, entrevista com os alunos, e ainda conseguimos prestar atenção nas palestras. Quem estava online de casa soube de tudo o que aconteceu, e o melhor, nós estávamos cobrindo realmente presentes e curtindo o momento! Eu pelo menos nunca vi tanta coisa ser coberta em tão pouco tempo por tão pouca gente! (risos)
Outro fator que fez com que ficasse tudo muito melhor foi o nosso interesse pelo assunto que estávamos cobrindo, nos identificamos com o que estava sendo falado ali. Pesquisa é algo que fazemos em nosso grupo e com certeza vamos querer seguir em frente, e as palestras falavam justamente sobre isso. Quando a gente cobre algo que a gente se identifica tudo muda de figura. Como acontece no dia a dia do Jornalismo? É coberto o que aconteceu naquele dia. Se teve uma festa ou se alguém morreu, não importa, você tem que estar lá e cobrir todos os momentos e pegar todos os "flashes". E onde fica VOCÊ nisso tudo?
Tem mais coisa ainda. Risos. Sabe, eu tava muito curiosa todo o tempo em que esperamos chegar o dia do Seminário. Primeiro ele aconteceria no final do ano passado, no fim acabou não sendo e tivemos que esperar até o final de março. Desde o primeiro dia em que eu soube que faríamos a cobertura do Seminário me deu uma curiosidade tão grande de saber como seria, depois de quase 10 anos respirando o jeito "jornalístico" de ver as coisas, agora viver a mesma coisa, mas do lado da educação. Não me aguentava de tão curiosa! O pessoal do grupo sabe né! rs
Mas eu tava nessa curiosidade toda porque sei a diferença que dá, agora, depois do pouco que vi e vivi, que quando se olha uma notícia do ponto de vista da educação e não da informação apenas, as coisas mudam de figura de uma forma muito grande. Quando a gente pensa que aquela notícia pode estar sendo vista por crianças, adolescentes, e não só eles claro. A gente passa a ver a notícia pensando que um SER HUMANO estará do outro lado lendo e vendo aquilo, a gente trata quem está do outro lado como gente de verdade e não como um mero expectador. "Aquele que só recebe". Não, ele não só recebe, pois a partir do momento em que ele começa a ver aquela informação, automaticamente já liga ao seu mundo e à sua vida. Por isso eu acho, sim, que os meios de comunicação têm uma força absurda, para o mal como já expliquei, mas para o bem também! Como o que estou vendo e vivendo a um tempo depois que vi que outras pessoas partilham do mesmo pensamento que eu.
Eu achei que estava sozinha e por isso desisti. Mas hoje vejo que tem muita gente do mesmo lado que eu. E por isso dou tanto valor ao que estou vivendo hoje.
Postado por
Carol Valente
às
14:24
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